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domingo, 24 de agosto de 2014

Entrevistando os ministros do Evangelho de Cristo


Por Douglas Pereira da Silva

Introdução

Vivemos um cristianismo cada vez mais deficiente e obscuro em nossas igrejas, pois muitas heresias – principalmente o humanismo - passaram a fazer parte majoritariamente das mensagens e pregações, e também, em muitos dos ditos “louvores” do estilo gospel, em detrimento a pregação cristocêntrica e biblicocêntrica. Prega-se mais o bem estar e satisfação pessoal, e menos ainda o arrependimento, a conversão e a santificação; sem a qual ninguém vera a Deus (Hb 12.14).
Tal discrepância e negligência são apontadas – principalmente - pela falta de preparo e qualificação dos ministros desta geração, na formação bíblica teológica, o qual deve ser um dos pré-requisitos – além de uma vida de comunhão e santificação - na vida do obreiro de Cristo, afim de que se tenha uma igreja preparada para cumprir o seu propósito e também haja um espaço de saúde.
Todavia, reconhecemos que parte deste fenômeno, faz parte também, do cumprimento das profecias bíblicas no que diz respeito à apostasia dos últimos dias (I Tm 4), e no surgimento dos falsos mestres que pregam heresias destruidoras, (II Pe 2).
Contudo, nosso objetivo aqui não é de aprofundarmos nestas questões importantes, apresentadas acima. Se desejar aprofundar-se, poderá obter maiores informações e estudar minuciosamente sobre o assunto, com auxilio das obras do pr. Ciro Sanches Zibordi, especificamente, nos livros “Erros que os pregadores devem evitar”, “Evangelhos que Paulo jamais pregaria” e “Erros escatológicos que os pregadores devem evitar”, bem como obter dicas de um crescimento saudável no corpo de Cristo, no excelente trabalho do professor Jairo Cavalcanti Ávila, “Igreja, Espaço de Saúde”. Há também, excelentes artigos nos blogs dos irmãos HP e Carlos Trapp, tratando destes assuntos e muitos outros.
Portanto, a entrevista concedida pelos diletos ministros da palavra de Deus para confecção deste trabalho, procura – não de forma absoluta e exaustiva, obviamente – mostrar de forma sucinta, e positiva, as histórias das experiências ministeriais vividas por estes valorosos soldados de Cristo, que priorizam o evangelho genuíno, batalhando pela fé que uma vez foi dada aos santos. Certamente, temos muito que aprender com os servos do Senhor, pelo compromisso que eles têm com o reino de Deus e, seus testemunhos de vida, que são dignos de exemplo para nós, e sinônimo, de temor e adoração ao Eterno Deus.
O objetivo desejado, é que este trabalho e os depoimentos nele constantes, edifiquem a fé e a vida espiritual dos queridos irmãos, que, de alguma forma, terão acesso a este manuscrito.

A entrevista

A entrevista foi composta por 10 perguntas elaboradas por mim, e foram baseadas nos assuntos abordados, e, ensinados pelo professor Jairo Cavalcante Ávila, durante o 2° semestre do ano de 2013, no 1° semestre da disciplina de Pastoralia do curso de Bacharelado em Teologia.
O critério adotado para organização das respostas, quanto sua classificação posicional neste trabalho, foi justamente a ordem de chegada da pesquisa que foi enviada para cada um destes servos de Deus, que pronta e gentilmente, responderam-me afetuosamente, com muita presteza e cordial consideração.
           
Os entrevistados

Os servos de Deus, quais tive a oportunidade e privilégio de entrevistar, foram escolhidos em razão de serem grande influência e exemplo para a minha formação acadêmica, e também ministerial; por suas virtudes e o serviço que empregam no reino de Deus.
Irmão HP, é ministro bivocacionado do evangelho, e exerce o cargo de cooperador da Congregação Cristã no Brasil – a mesma denominação que frequento. Conselheiro e dedicado na oração, mantém na internet um blog pessoal para compartilhar suas experiências e divulgar as riquezas do evangelho da graça, além de ser autor de muitos artigos cristãos. Atualmente está fazendo residência em (XXXXX), juntamente com sua família. Esta atendendo diligentemente a obra de Deus neste país.
Irmão Adiel Souza Tolentino, é pastor batista, professor, teólogo, conferencista, mestre em filosofia, missionário, discipulador e dedicado pregador do evangelho. Tem sólida experiência no campo evangelístico e viaja anualmente em missão na obra de Deus, para a região norte do Brasil; pregando o evangelho em comunidades carentes, e, povoados indígenas, faz o trabalho de distribuição gratuita dos exemplares da Bíblia Sagrada e implanta novas igrejas. Ministra cursos e palestras para a qualificação de futuros pastores e obreiros. É o autor do famoso estudo “Uma autoridade absoluta e infalível”. Atualmente é professor titular da FATBOA – Faculdade Teológica Batista de Osasco e Adjacências – lecionando as disciplinas de “Teologia Sistemática” e “Religiões e Seitas” nesta instituição.
Irmão Carlos Osmar Trapp, é pastor batista bivocacionado, teólogo, ministro do evangelho, conselheiro, escritor e jornalista de muito prestigio no meio cristão, e também secular. Editor responsável pelo Jornal: “O Cidadão Evangélico”. Autor de dois livros consagrados, mantém na internet um blog para divulgação do evangelho, aconselhamentos, conscientização politica e cidadania. É um servo de Deus de muita influencia no meio político, que luta pela defesa da família tradicional nos moldes bíblicos e apoio as causas sociais. Serve a Deus diligentemente no estado de Mato Grosso do Sul, juntamente com sua esposa.

Perguntas

Há quanto tempo você serve a Deus? Como ocorreu a sua conversão ao evangelho?

HP: Quando nasci, meus pais já eram evangélicos, pertencentes à mesma denominação que frequento até hoje. Fui batizado há 19 anos, mas a real conversão ao Evangelho se deu com o passar do tempo. Digo que de 13 anos para cá, o Evangelho foi se solidificando dentro de mim, e creio que ainda há muito a ser feito pelo Espírito Santo em mim, pois me considero muito pecador ainda.
Adiel: Sirvo ao Senhor há 41 anos. Nasci num lar evangélico. Meus pais eram missionários. Aos 12 anos de idade entendi que estava perdido, sem Cristo e sem paz. Ouvi meus pais orarem por mim certa madrugada, pedindo a Deus que movesse meu coração e iluminasse meu entendimento para que eu recebesse a Cristo, e, percebendo a seriedade e urgência dessa decisão, convidei a Jesus Cristo para ser o meu Salvador e Senhor pessoal. Isto aconteceu no dia 12 de setembro de 1972.
Carlos: Fui educado num lar evangélico, mas minha conversão se deu por volta dos 16 anos (talvez em 1975), ao ler um livro do missionário alemão, Werner Heukelbach, chamado Glücklich wehr Vergebung Fand, ou seja, Feliz aquele que achou perdão. Isso aconteceu sozinho na casa dos meus pais, no interior do Paraná, no município de Santa Helena.

Como ocorreu o seu chamado para o ministério? Você vivenciou alguma experiência, ou teve algum tipo de sinal divino que confirmasse o seu chamado?

HP: Desde criança me chamava à atenção a posição ministerial. Confesso que não entendia o significado, apenas achava bonito por fora. Quando fui apresentado Cooperador de Jovens há 7 anos, ainda não compreendia o significado do ministério, a missão que existe por trás. Hoje me sinto confirmado ao ministério pelo amor que sinto em pregar o Evangelho de Cristo às almas.
Adiel: Desde que recebi a Cristo como meu Salvador e Senhor, imediatamente senti necessidade de testemunhar de Cristo para outras pessoas. E o fiz. Mas, foi a vida e experiências vivenciadas por meu pai que começaram a mexer comigo. Eu viajava com ele evangelizando os ribeirinhos amazonenses. Pouco a pouco fui tendo oportunidades de aprender mais da Bíblia, e um anseio imenso tomava conta do meu coração. Cada passagem bíblica no tocando a missões e ao ministério pastoral me desafiava, mas eu não falava ainda disso pra ninguém. Fui batizado por meu pai, em dezembro de 1972. Já em 1978, quando eu estava terminando o ensino médio, os membros da Igreja Batista em Coari - igreja da qual eu era membro - começaram a me chamar de "pastorzinho". Vários irmãos me perguntavam se eu tinha vontade de ser pastor, e eu dizia sempre que isso dependia de Deus. Aos poucos, a igreja foi percebendo em mim a vocação para o ministério, até que um dia meu pai me chamou e perguntou se eu sentia esse desejo em meu coração. Eu respondi que sim. Ele, então, comunicou à Igreja, e a Igreja, em Assembleia, decidiu me encaminhar para o Seminário, a fim de preparar-me academicamente. 
Carlos: Esse desejo já existia quando eu tinha por volta de 10 anos e até escrevi para um seminário luterano pedindo informações, mesmo antes de ter concluído o Segundo Grau. Sempre pedi que Deus colocasse o Seu desejo no meu coração, e isso foi se confirmando através do tempo, e em 1987, ingressei no Seminário Batista de Dourados, MS.

Quais são os conteúdos, as obras e os objetivos do seu ministério?

HP: Quero apenas ser um tijolo na construção da Igreja. Nada mais do que isso e nada menos do que isto. Quero pregar o Evangelho, as Boas Novas de Cristo a todos.
Adiel: (1) Adoração - Este é objetivo primeiro, porque glorificar a Deus deve ser a prioridade máxima de todo cristão e de toda igreja. 
(2) Evangelismo e Missões - Isto está bem firme em meu coração.
(3) Discipulado - Uma grande necessidade na igreja atual é a integração dos novos crentes e o discipulado contínuo e reprodutor.
(4) Treinamento de Líderes - Embora eu entenda que isto está inserido, de certa forma, no discipulado, creio que há necessidade de separar aqueles que demonstram possuírem dons de liderança nas mais diversas áreas do ministério para que eles se aperfeiçoem e edifiquem a igreja local onde se inserem.
(5) Ação Social - Uma necessidade constante em qualquer lugar e situação, e uma ferramenta por demais importante de atrair pessoas para Cristo, além de ser a principal maneira de demonstrar amor. 
(6) Comunhão - Não é possível dizer que amamos os perdidos se não houver amor em nós. A Igreja precisa manter desenvolver a comunhão entre os seus membros.
Carlos: Já elaborei dois livros: Evangélicos em Campo Grande - Origens e Desenvolvimento (1999) e Urbieta e Sherwood - Pioneiros na obra de evangelização em terras mato-grossenses (2011). Faço o Jornal "O Cidadão Evangélico" há 15 anos. Escrevo para jornais seculares e evangélicos. Alimento, precariamente, um site - www.msevangelico.com.br - e tenho um blog - www.carlostrapp.com Os objetivos são fazer com que o povo cristão seja mais politizado, mais participativo nas questões públicas. Também me preocupo com a sã doutrina.

Em sua opinião, quais são as qualidades indispensáveis de um ministro do evangelho de Cristo?

HP: Os frutos do Espírito citados em Gálatas 5:22 são essenciais para todos os cristãos, não apenas os ministros e pastores. Mas lembremos, são frutos do ESPÍRITO, operados pelo Espírito Santo em nós, pois de nós mesmos não conseguimos alcançá-los: amor, alegria, paz, paciência, amabilidade, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio.
Adiel: As qualidades devem ser essencialmente as traçadas por Paulo a Timóteo (I Tm. 3.1-7) e a Tito (Tt. 1.6-9). Um resumo do que creio serem características de alguém chamado por Deus para o ministério é este:
(1) Ter o reconhecimento da Igreja local;
(2) Ter uma vida irrepreensível - Sua vida deve condizer com sua mensagem.
(3) Possuir os dons ministeriais explicitados na Bíblia Sagrada;
(4) Ter vontade de servir, a aspiração ministerial.
Carlos: Deve ser convertido, preparado e, obviamente, se enquadrar em 1Tm 3.1-7 e Tt 3.1-5.

Quais são as prioridades para o seu ministério? Na sua vida pessoal, existe alguma prioridade pertinente ao ministério que você exerce?

HP: Minha prioridade no ministério é servir aos meus irmãos em Cristo. Ajudá-los a compreender a mensagem do Evangelho, o amor de Cristo para conosco.
Adiel: Sim, Missões e Evangelismo.
Carlos: Bem, eu não estou à frente da uma igreja; apenas sou membro. Eu faço um jornal há 15 anos, onde destaco a cidadania. Quero partir para a gravação de vídeos, e estou buscando recursos para aquisição de uma pequena filmadora. Também preciso fazer uma cirurgia de catarata. Eu e a esposa não temos filhos, e estamos pensando em adotar uma criança.

Quais os perigos e obstáculos que surgem em seu caminho, na vida ministerial?

HP: O maior perigo sou eu achar que posso algo sozinho. Preciso de Cristo em tudo. Nele eu posso todas as coisas, inclusive falar Dele. Sobre obstáculo, creio que são vários e vão desde trabalho material até pressão institucional da denominação que frequento. Mas creio que tudo está no controle de Deus.
Adiel: Há perigos e obstáculos constantes e recorrentes. Entre os perigos, posso citar a sedução da fama, da mulher e do dinheiro. São perigos que estão sempre à nossa volta, e tenho sido tentado muito nestas três áreas. Mas Deus tem me dado forças para vencê-los. Os obstáculos são parceiros dos perigos, pois sempre nos faltam recursos financeiros, não tenho a fama suficiente para influenciar a denominação e a esposa não tem acompanhado a contento, impossibilitando maior sucesso no ministério.
Carlos: São faltas de recursos, e falta de apoio.

Qual a sua opinião sobre o sustento ministerial, você acha que tal prática é respaldada pelas Escrituras Sagradas? Você recebe algum salário da igreja que você preside, ou algum tipo de ajuda de custo?

HP: Não vejo nenhum problema ao ministro receber salário e penso que sim, há respaldo bíblico a respeito nas cartas Paulinas, por exemplo. Todavia ressalto que o salário deveria ser apenas consequência, para sustento básico. Percebo que em muitas denominações esta situação se inverte, o salário acaba sendo o alvo, corrompendo totalmente os ministros.
Não, eu não recebo salário algum na denominação que frequento. Ajudo financeiramente nas coletas, tal qual os demais membros são ensinados.
Adiel: No momento não estou exercendo o ministério pastoral, e não recebo nada da Igreja a que sirvo. Creio que o pastor deve ser sustentado pela Igreja, de preferência integralmente. Há base bíblica para isto: "Assim ordenou também o Senhor aos que pregam o evangelho que vivam do evangelho". (I Co. 9.14). 
Carlos: Como já disse, não estou à frente de uma igreja. Meu sustento vem de diversas fontes: Jornal, eu e minha esposa também somos fotógrafos, e também sou jornalista. O sustento ministerial tem respaldo bíblico.

A liderança de sua igreja é qualificada biblicamente para exercer as funções ministeriais?

HP: Não. Infelizmente não.
Adiel: Creio que a minha Igreja está qualificada biblicamente em torno de 80%. 
Carlos: Sim.

Qual a sua opinião sobre o preparo de sermões e o estudo sistemático das Escrituras Sagradas? A igreja o qual você preside como ministro oferece algum tipo de preparação, como estudos seminários etc.? Se não, por quê?

HP: Em II Timóteo 3:15-17 nos é mostrado a necessidade de conhecermos as Escrituras e termos habilidade nela. Não vejo problemas em sermões serem preparados, todavia penso que devemos sempre atentar para duas coisas:
A interpretação bíblica deve ser sempre feita a partir de Jesus e dos seus ensinamentos (Atos 8:35), e
Devemos dar honra ao Espírito Santo (I Tessalonicenses 5:19), orando, clamando, buscando de Deus aquilo que deve ser exposto aos demais irmãos.
Na denominação que frequento infelizmente não há nenhuma preparação ou seminários, por razão de ser uma tradição assim recebida. Esta prática gera malefícios e benefícios. Eu particularmente acho que mais malefícios que benefícios.
Adiel: A Igreja deve preparar, nesta área, seus membros que demonstram dons de ensino e pregação. Minha Igreja tem feito isso, mas ainda com deficiência. Eu não sou o pastor titular da Igreja e não sei dizer com certeza por quais motivos a Igreja não o faz. Creio que há interesses, mas tem havido dificuldades que, de certa forma, impedem que todas as áreas da vida da igreja sejam desenvolvidas a contento.
Carlos: Os sermões devem ser preparados e se deve ter, no mínimo, um esboço dos mesmos, mas principalmente se deve viver o cristianismo, pois a Bíblia diz que quem segue Jesus não anda nas trevas, ou seja, tem sua mente iluminada pelo Espírito Santo. Os batistas têm diversos seminários teológicos espalhados pelo Brasil.

Vou recitar dez palavrinhas, e gostaria que você completasse com uma palavra ou frase que vier de imediato em sua cabeça, ok?

a)    Família:

HP: É a maior riqueza terrena.
Adiel: Essencial.
Carlos: Muito importante.

b)    Ministério:

HP: É uma dádiva, como também um aborrecimento. É uma luta sem fim, aonde há momentos bons e ruins a serem enfrentados por quem decide fazer parte do ministério.
Adiel: Vocação.
Carlos: Um privilégio.

c)    Bíblia Sagrada:

HP: É a Palavra de Deus para o homem.
Adiel: Base.
Carlos: Uma bússola.

d)    Igreja:

HP: É o corpo de Cristo, formado por todos aqueles que Nele crêem para salvação de suas almas.
Adiel: Serviço.
Carlos: Família expandida.

e)    Dons Espirituais:

HP: São frutos do Espírito Santo para ajudar na caminhada terrena.
Adiel: Edificação.
Carlos: Ferramentas para o trabalho cristão.

f)     Pecadores:

HP: Todos nós somos.
Adiel: Carência.
Carlos: Precisam de arrependimento.

g)    Batismo:

HP: O momento que publicamente anunciamos que nossa salvação depende exclusivamente de Cristo.
Adiel: Testemunho.
Carlos: Imersão, sendo testemunho do salvo.

h)   Salvação:

HP: Desde o momento que Cristo nos remiu dos pecados, Salvos fomos, Salvos somos e Salvos seremos!!!
Adiel: Graça.
Carlos: Graça imerecida.

i)     Céu:

HP: Final da tribulação humana, do poder do pecado original sobre nós. Gozo e regozijo eterno com Deus.
Adiel: Alvo.
Carlos: Eterno gozo com o Senhor.

j)      Jesus Cristo:

HP: Ah… o maior dos homens. O verdadeiro e único herói. Nunca terei como agradecê-Lo por tanta misericórdia e amor.
Adiel: Senhor.
Carlos: Meio pelo qual se chega ao céu; nosso Salvador.

Considerações Finais

A vida de um verdadeiro ministro do evangelho é muito diferente – obviamente – de quem não exerce um cargo ministerial. Isso se deve pelas responsabilidades, e com os compromissos com a obra de Deus, no selo do seu dom e chamado. Tais características foram nitidamente perceptíveis, nas respostas dadas pelos nobres irmãos entrevistados: cooperador HP, pastor Adiel e pastor Carlos Trapp.
Entretanto, suas vidas seculares não diferem muito dos que não exercem um cargo ministerial. Todos - indefinidamente - têm suas dificuldades, lutas e provações, que são as marcas de um verdadeiro discípulo Daquele que prometeu dizendo que no mundo teríamos muitas aflições (Jo 16.33b), pois não foram riquezas ou a fama que regeram suas vocações, motivações e aspirações para o exercício ministerial. Cada um com o seu diferencial, com o seu dom, buscando edificar o corpo de Cristo, a Igreja.
Enfatizamos com muito pesar, que é muito comum na Igreja, e também no meio secular, criar conjecturas e ideias pré-concebidas - pejorativamente muitas vezes - a respeito da vida pessoal, e, principalmente financeira; muitas delas inconsistentes com a verdade e com a realidade destes queridos irmãos, que foram verdadeiramente vocacionados por Cristo para serem o anjo da Igreja.
Todavia, reconheço que tais ideias e conjecturas, são ocasionadas muitas vezes, por este “evangelho” maltrapilho, antropocêntrico e humanista que é divulgado e comercializado, apenas com o objetivo de massagear o ego das pessoas. Infelizmente há uma indevida projeção generalizante do caráter e da conduta destes pregadores, que mais se parecem com animadores de auditório, trazendo assim, grandes prejuízos ao santo evangelho.
Contudo, este trabalho propôs – ainda que parcialmente – desmistificar estas conclusões inconiventes, que não estão respaldadas pela realidade que é firmada com a verdade, pois demonstrado foi, pela vida e história destes irmãos que cederam seus depoimentos, exemplos de boa conduta ministerial e secular, exalando o cheiro do bom testemunho, que contagia e influência positivamente toda a comunidade – assim como aconteceu com o autor deste trabalho.
Façamos então um clamor, para que haja mais servos de Deus no ministério com os mesmos ideais dos nossos amados irmãos entrevistados, para que se tenha um avivamento Bíblico no seio das Igrejas, e principalmente nas lideranças, conscientizando-os da necessidade de uma adequada preparação Bíblica Teológica, para um eficiente exercício das funções ministeriais; prevalecendo a primazia do evangelho puro e cristalino, conforme nos foi outorgado pelo Senhor Jesus Cristo. Entretanto, esta perspectiva deve consistir - principalmente -, na crença das fiéis promessas de nosso Senhor que nos prometeu que as portas do inferno jamais prevaleceriam contra a Igreja (Mt 16.18).
Portanto, a palavra de Deus permanece firme para sempre, pela esperança daqueles que ainda não nasceram, para que encontrem uma igreja melhor.

Um comentário:

  1. PAZ DE DEUS BOM DIA.
    MUITOS NAÕ SABE DISTINGUIR VOCAÇÃO COM POXIÇÃO VOCAÇÃO FOI O QUE JESUS FEZ COM PEDRO TU ES PEDRA SOBRE ESTA PEDRA EDIFICAREI A MINHA IGREJA E AS PORTAS DO INFERNO NAÕ PRAVALESERA CONTRA ELA. QUANDO VEMOS JESUS FALAR ISSO PENSSAMOS QUE ELE ESTA RECEBENDO UM CARCO MAIS NAÕ E , E SIM UMA VOCAÇÃO DE CUIDAR DAS OVELHAS DE CRISTO POIS O PROPRIO JESUS DISSE A ELE `` QUANDO CONVERTER-SE AJUDA SEUS IRMAÕS. QUER DIZER NAÕ ERA SUA VOCAÇÃO QUE CARACTERIZADA UM GRAL DE SANTIDADE MAIS UMA VIDA DE DISPRENDIMENTO DE SUA VONTADE PRA AGRADAR A VONTADE DE DEUS, NAÕ A VONTADE DELE. E POR ISSO QUE VEMOS ESTÁ EPOCRESIA DENTRO DAS IGREJAS QUE FULANO TEM UM CARGO E ACHA QUE E MAIS SANTO DO QUE OS DEMAIS E JULGA APONTA OS DEFEITOS DAS PESSOAS, CARGO NAÕ SALVA DOMS NAÕ SALVA.TER UMA APARENÇIA DE PIEDADE COMO0 DIZ PAULO A TIMOTIO NAÕ BASTA, POIS O VERDADEIRO EVANGELIO NAÕ CONSÇISTE NO QUE TEMOS MONETARIAMENTE DE RIQUESA,MAIS DE UMA VERDADEIRA SANTIDADE QUE NASSE NO CARATER DE CADA PESSOA,DEUS NAÕ VE APARENCIA MAIS O CORAÇÃO 1SAMUEL 16.7 DEUS PESSA O ESPIRITO HUMANO PRA VER A VERDADEIRA INTENÇÃO PROVERBIOS 16.2 JEREMIAS 17.9-10 AI QUE ESTÁ DEUS NAÕ ESTÁ PRESSOS EM DOGUIMAS CRIADO PELOS SERES HUMANOS MAIS EM SUA PROPRIA PALAVRA. UMA HISTORIA REAL. EU TRABALHEI COMOM PASTOR MAIS DE DEZ ANOS EMMUMA ESTITUIÇÃO QUE APARENCIA ERA BOA MAIS UM DIA ESTANDO EM PORTO ALEGRE RS HONDE PASTOREAVA JUNTO COM O PASTOR PRESIDENTE NA ÇEDE, EU FUI DAR UM CURSO PRA PROFESORES DE ESCOLA DOMINICAL PRA DAR AULA PRA CRIANÇÃS MAIS UMA SEMANA ESTANDO NA CIDADE DE RIO GRANDE PROSSIMO A PELOTAS RS EU TIVE UMA REVELAÇÃO DE DEUS NA MADRUGADA ORANDO DEUS ME FALAVA QUE DALI TREZ MESSES O CABEÇA DESTA IGREJA CAIA, EU PENSSEI ERA LOUCURA POIS ESTÁ PESSOA ESTAVA ASIMA DE QUALQUER SUSPEITA, PASSANDO-SE TREZ MESSES ELE FOI SAIR PRA UMA VIAGUEM ELE PRA NAÕ IR SOZINHO LEVOU UMA FILHA DE UM PASTOR ELA TINHA NA EPOCA 11 ANOS NESTA VIAGUEM ESTE PASTOR ABUSOU XEXUALMENTE DELA TENTOU ESCAPAR DO FLAGANTE A POLICIA FEDERAL PEGOU ELE FOI CONDUZIDO AO PRESIDIO DE PORTO ALEGRE FOI COMPROVADAMENTE QUE ELE JA TINHA ABUSADO DE 35 CRIANÇAS DE UMA ESCOLA QUE EU DAVA AULA RELIGIOSA, QUANDO ISSO OCORREU EU LEMBREI DA QUELA PROFESIA QUE DEUS TINHA ME DADO, ESTA IGREJA TINHA 5 MIL MENBROS NA CEDE FICOU 300. EU APREENDI QUE NAÕ E A POXIÇÃO QUE MUDA UM CARATER DE UMA PESSOA MAIS A VERDADEIRA INTREGA A DEUS EA DISPONIBILIDADE QUE CADA PESSOA TEM COM DEUS, EU AMADUREÇI MUITO COM ISSO, APREENDI QUE DEUS NOS AMA MAIS NAÕ CONCORDA COM OS NOSSOS PECADOS, QUE ELE NOS PERDOA MAIS NAÕ NOS LIVRA DAS CONÇEQUENÇIAS DO PEECADO. DEUS E AMOR MAIS EM SEU CARATER ELE E JUSTO PRA DAR AQUILO QUE CADA UM FEZ POR SUAS ATITUDES,QUE NAÕ INOCENTA O CULPADO, DEUS NÃO E MANIPULADO POR COISSAS DEUS NAÕ SE VENDE SEU CARATER POR NADA MAIS SE RENDE A UM CORAÇÃO CONTRITO E ARREPENDIDO UM DEUS QUE NAÕ TOLERA O PECADO MAIS AMA O PECADOR, UM DEUS QUE CHORA POR NOS, QUE FICA BRAVO TAMBEM,UM DEUS QUE SENTE SALDADE DE NOS, MAIS NAÕ COMPACTUA COM NOSSOS PECADOS, UM DEUS QUE QUER NOS PEGAR NO COLO E DISSER QUE NOS AMA, MAIS QUE CORRIGUE COM A VARINHA. AI QUANDO CONHEÇEMOS O CARATER DE DEUS VEMOS QUE SUA EXENÇIA NAÕ ESTA MERICAMENTE EM SITUAÇÕES QUE OS HOMES FAZ MAIS QUE SUA VONTADE DESCRITA NA SUA PALAVRA DIZ.

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