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domingo, 25 de dezembro de 2016

Feriado de Natal

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Por Douglas Pereira da Silva

Feriado de Natal...

Embora faço parte de uma denominação em que não comemoramos o Natal por algumas questões históricas e teológicas – não vou discorrer o mérito desta questão – entretanto, reconheço que o feriado Natalino também significa uma boa oportunidade de confraternizarmos com nossos entes queridos; é também sinônimo de família reunida, alegria, presentear aqueles que amamos, comida com fartura, risos e muito amor...

Mas infelizmente não será assim para todos...

Inúmeras pessoas estarão sozinhas, tiveram suas famílias destruídas, seus filhos agora têm que ser divididos entre os dois pais, não há motivos para alegria, não haverá barulho de risadas, nem inspiração para fazer uma mesa farta.

Para essas pessoas o Natal será um dia muito triste, pois tudo lembrará aquilo que ela perdeu: sua família!

Minhas orações é que o SENHOR console o coração de todos(a) que estão sozinhos(a), com seus lares e casamentos destruídos neste dia!

Poderoso é o SENHOR para tornar uma história triste de abandono, solidão e tristeza em um lindo testemunho para Glória do seu Eterno Nome!

Queridos, façamos deste feriado um dia de muita comunhão com o SENHOR, pois só Ele conhece nossa estrutura - por dentro e por fora.

Ele sabe dos nossos desejos e sonhos, sabe o quanto é importante a família.

Lembremo-nos que o SENHOR é um alto refúgio para os oprimidos (Salmos 9:9).

Hoje é domingo e há culto em boa parte das Igrejas. Portanto, não fique sozinho neste dia!

Convido a todos que foram abandonados, desprezados e humilhados, a se arrumar com sua melhor roupa e, congregar. Cultuemos ao nosso DEUS, Poderoso e Eterno, de todo o coração, alma e entendimento, comungando em amor com os queridos irmãos!

Que o SENHOR console a tantos e tantos corações que assim estão neste dia, e resplandeça a sua maravilhosa Luz!

Saúdo a todos com a Paz de Deus!

quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

O Perdão de Deus

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Por Douglas Pereira da Silva

“Mas nunca devemos pecar. Pois, assim como não existe certeza de condenação, também não existe a garantia do perdão. Procuremos, pois, nos manter na obediência.”

Esta foi a opinião emitida por um nobre irmão ccbeiano, em um dos artigos deste modesto autor.

É evidente que devemos nos manter na obediência, e buscar de Deus a purificação, a santidade e a consagração. O cristão genuinamente convertido terá prazer em proceder desta forma – ainda que pela fraqueza e corrupção de sua natureza terrena, herdeira do pecado de Adão – cometa pecados.

Entretanto dizer que não existe garantia de perdão, é duvidar completamente da palavra de Deus revelada na Sagrada Escritura.

Eis alguns versos que rechaçam a opinião do nosso leitor:

"E se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra." (2 Crônicas 7:14)

"E não ensinará mais cada um a seu próximo, nem cada um a seu irmão, dizendo: Conhecei ao Senhor; porque todos me conhecerão, desde o menor até ao maior deles, diz o Senhor; porque lhes perdoarei a sua maldade, e nunca mais me lembrarei dos seus pecados." (Jeremias 31:34)

"Vinde então, e argui-me, diz o Senhor: ainda que os vossos pecados sejam como a escarlata, eles se tornarão brancos como a neve; ainda que sejam vermelhos como o carmesim, se tornarão como a branca lã." (Isaías 1:18)

"Eu, eu mesmo, sou o que apago as tuas transgressões por amor de mim, e dos teus pecados não me lembro." (Isaías 43:25).

"Tornará a apiedar-se de nós; sujeitará as nossas iniquidades, e tu lançarás todos os nossos pecados nas profundezas do mar." (Miqueias 7:19).

"Eu sararei a sua infidelidade, eu voluntariamente os amarei; porque a minha ira se apartou deles." (Oseias 14:4).

"e como o Oriente está longe do Ocidente, assim ele afasta para longe de nós as nossas transgressões" (Salmo 103:12)

"Prevalecem as iniquidades contra mim; mas as nossas transgressões, tu as perdoarás."(Salmos 65:3)


"Quanto mais o sangue de Cristo, que pelo Espírito eterno se ofereceu a si mesmo imaculado a Deus, purificará as vossas consciências das obras mortas, para servirdes ao Deus vivo?" (Hebreus 9:14).

"Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça." (1 João 1:9).

No entanto, devemos saber que o perdão de Deus é limitado; o SENHOR tem um limite estabelecido para perdoar os nossos pecados.

Este limite – também revelado na Sagrada Escritura – consiste em não perdoarmos os nossos ofensores!

Quando não perdoamos, Deus também não perdoará os nossos pecados:

"E, quando estiverem orando, se tiverem alguma coisa contra alguém, perdoem-no, para que também o Pai celestial perdoe os seus pecados. Mas, “se vocês não perdoarem, também o seu Pai que está nos céus não perdoará os seus pecados. (Marcos 11:25-26).

Uma das mentiras de Satanás é nos levar a pensar que não há esperança, que não há possibilidade de sermos perdoados, curados e restaurados. Ele tentará nos fazer sentir presos à culpa de modo que não mais nos sintamos dignos do perdão de Deus. 

E desde quando somos dignos da graça de Deus? Deus nos amou, perdoou e escolheu para estarmos em Cristo antes da fundação do mundo (Efésios 1:4-6), não por causa de algo que fizemos, mas "a fim de que nós, os que primeiro esperamos em Cristo, sejamos para o louvor da sua glória" (Efésios 1:12). 

Não é possível ir a qualquer lugar onde a graça de Deus não possa alcançar e não podemos afundar tanto que Deus não pode mais nos libertar. Sua graça é maior que todos os nossos pecados. Quer estejamos apenas começando a nos desviar do caminho ou se já estivermos nos afundando e afogando em nosso pecado, a graça está disponível.